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	<title>Software Livre, por Hugo Barros</title>
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	<description>Dicas, tutoriais e seu comentário.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Dec 2009 18:52:37 +0000</lastBuildDate>
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			<item>
		<title>Recuperar boot no Ubuntu 9.10 após instalar ms xp/vista/etc</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/12/recuperar-boot-no-ubuntu-9-10-apos-instalar-ms-xpvistaetc/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/12/recuperar-boot-no-ubuntu-9-10-apos-instalar-ms-xpvistaetc/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 18:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[boot]]></category>
		<category><![CDATA[grub]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao instalar algum SO da MS(Xp,Vista,Seven) automaticamente o gerenciador de boots Grub é excluído, impossibilitando o acesso aos sistemas que você havia instalado antes, no caso Ubuntu 9.10.
Acho que muita gente passa por esse problema e as vezes até formata o computador instalando novamente o Ubuntu 9.10, o que não é preciso. Vou mostrar abaixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-289" title="ubuntu-logo" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/ubuntu-logo-290x300.png" alt="ubuntu-logo" width="290" height="300" /></p>
<p>Ao instalar algum SO da MS(Xp,Vista,Seven) automaticamente o gerenciador de boots Grub é excluído, impossibilitando o acesso aos sistemas que você havia instalado antes, no caso Ubuntu 9.10.</p>
<p>Acho que muita gente passa por esse problema e as vezes até formata o computador instalando novamente o Ubuntu 9.10, o que não é preciso. Vou mostrar abaixo o passo-a-passo para recuperar o boot.</p>
<p><span id="more-288"></span></p>
<p>1º &#8211; Inicie uma sessão pelo Live CD(testar ubuntu 9.10 sem qualquer mudança&#8230;):</p>
<p>2º- Abra um terminal e digite o comando:<br />
<code>$ sudo fdisk -l</code></p>
<p>Lembre-se em qual partição o seu Ubuntu está instalado, com exemplo /dev/sda1 será usado.</p>
<p>3º &#8211; Monte o sistema de arquivos em /mnt:<br />
<code>$ sudo mount /dev/sda1 /mnt</code></p>
<p>4º- Monte o resto das partições:<br />
<code>$ sudo mount --bind /dev /mnt/dev</code></p>
<p>5º- Use o chroot para acesar a raiz:<br />
<code>$ sudo chroot /mnt</code></p>
<p>6º- Edite o arquivo do grub:<br />
<code>$ gedit /etc/default/grub</code></p>
<p>Nesse ponto você irá editar o arquivo e colocar os parâmetros de acordo com as suas partições e sistemas.</p>
<p>7º- Crie um novo arquivo de configuração:<br />
<code>$ update-grub</code></p>
<p>8º- Reinstale o grub 2 na MBR:<br />
<code>$ grub-install /dev/sda</code></p>
<p>** se o comando anterior apresentar erros usse o seguinte:<br />
grub-install &#8211;recheck /dev/sda</p>
<p>Só reiniciar o sistema!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Enviar e receber arquivos via Bluetooth no Ubuntu</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/enviar-e-receber-arquivos-via-bluetooth-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/enviar-e-receber-arquivos-via-bluetooth-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 15:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Bluetooth]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[
Através de Bluetooth, você pode transferir dados para basicamente qualquer outro desktop ou móvel (principalmente celulares) dispositivo de uma interface Bluetooth. Fazer isso no Ubuntu é uma operação simples, uma vez que você está acabado com a configuração.

Configuração
1. Primeiro instale os pacotes necessários a partir do shell ao executar:
sudo apt-get install gnome-bluetooth bluez-utils
2.. Verifique se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-284" title="bluetooth" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/bluetooth.png" alt="bluetooth" width="219" height="219" /></p>
<p>Através de Bluetooth, você pode transferir dados para basicamente qualquer outro desktop ou móvel (principalmente celulares) dispositivo de uma interface Bluetooth. Fazer isso no Ubuntu é uma operação simples, uma vez que você está acabado com a configuração.</p>
<p><span id="more-280"></span></p>
<h3>Configuração</h3>
<p>1. Primeiro instale os pacotes necessários a partir do shell ao executar:</p>
<p>sudo apt-get install gnome-bluetooth bluez-utils</p>
<p>2.. Verifique se o adaptador Bluetooth está ativado em sua máquina.  Isso é certificar-se de seu adaptador USB está ligado, ou a opção de Bluetooth no seu computador portátil está ativado. Para ter certeza, você pode executar hcitool dev que lhe dirá se as interfaces Bluetooth existem na sua máquina.</p>
<p>3. Agora reinicie a interface Bluetooth, executando:</p>
<p>sudo /etc/init.d/bluetooth restart</p>
<p>4. Ativar o Bluetooth File Sharing serviço, basta executá-lo a partir do menu do Gnome. Ele pode ser encontrado em Applications -&gt; Accessories -&gt; Bluetooth File Sharing. Isto irá iniciar o gnome-obex-server que permite a recepção de arquivos, bem como facilita a operação de envio.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-281" title="bluetooth_file_sharing" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/bluetooth_file_sharing-300x73.png" alt="bluetooth_file_sharing" width="300" height="73" /></p>
<h3>Receber um ficheiro</h3>
<p>Uma vez concluída a configuração, você será capaz de receber arquivos via Bluetooth.</p>
<p>1. Você só precisa se certificar que sua interface é visível para que outros dispositivos podem encontrá-lo. A visibilidade pode ser configurado nas preferências Bluetooth, que pode ser encontrado em System -&gt; Preferences -&gt; Bluetooth Preferences . Defina o Mode of operation para Visible and connectable for other devices</p>
<p>2. Dispositivos de sua máquina agora é detectável, e externos são capazes de enviar dados. Depois de receber um arquivo, uma janela popup para notificá-lo este é o caso.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-282" title="bluetooth_receiving_file" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/bluetooth_receiving_file.png" alt="bluetooth_receiving_file" width="293" height="156" /></p>
<p>Ao receber um ficheiro através de Bluetooth</p>
<p>3. É aconselhado a mudar de volta as configurações de visibilidade, uma vez que a transmissão seja concluída.</p>
<p>Enviar um ficheiro</p>
<p>Bluetooth File Sharing torna bastante fácil de enviar dados através de Bluetooth. Simplesmente clique direito no arquivo que deseja enviar, selecione Send to&#8230; In the new window: Na nova janela:</p>
<p>* Defina a Send as campo para Bluetooth (OBEX Push)</p>
<p>* Defina o Send to campo para o destino do dispositivo Bluetooth</p>
<p>*  Clique em Send e pronto!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-283" title="bluetooth_send_file" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/bluetooth_send_file.png" alt="bluetooth_send_file" width="265" height="211" /></p>
<h3>Enviar um arquivo via Bluetooth</h3>
<p>Outro método para enviar arquivos usando o shell:</p>
<p>1. Execute hcitool scan para procurar dispositivos Bluetooth dentro do alcance. Algo semelhante será exibida:</p>
<p>Scanning &#8230;</p>
<p>00:11:24:B1:11:05 iMac G5</p>
<p>00:11:9F:BE:47:CB michael-phone</p>
<p>. A série de hexadecimal (ex.: 00:11:9F:BE:47:CB exibido próximo ao nome do dispositivo (por exemplo, michael-phone é o endereço MAC associado com o dispositivo Bluetooth.</p>
<p>2. Envie o arquivo executando o seguinte (substituir o arquivo eo endereço MAC de forma apropriada):</p>
<p>gnome-obex-send sample/file.txt &#8211;dest=00:11:9F:BE:47:CB</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desenvolvendo em C# com MONO no Ubuntu</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/desenvolvendo-em-c-com-mono-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/desenvolvendo-em-c-com-mono-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[C]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ide]]></category>
		<category><![CDATA[mono]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Apesar de toda a crítica e medo relativa ao C# (C sharp) no mundo Open-source, a verdade é que esta linguagem de programação é muita boa e simples. Nesse sentido, neste artigo, apresento uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento de aplicações em C#: o MonoDevelop, que é um IDE muito bom que permite fazer grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-272" title="monodevelop_icon" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/monodevelop_icon.jpg" alt="monodevelop_icon" width="120" height="120" /></p>
<p>Apesar de toda a crítica e medo relativa ao C# (<em>C sharp</em>) no mundo <em>Open-source</em>, a verdade é que esta linguagem de programação é muita boa e simples. Nesse sentido, neste artigo, apresento uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento de aplicações em C#: o <strong>MonoDevelop</strong>, que é um IDE muito bom que permite fazer grande parte das acções possíveis no muito conhecido <em>Visual Studio</em> da <em>Microsoft</em>. É por isso, uma excelente alternativa, visto ser <em>Open-Source </em>e visto que o <em>Visual Studio</em> não é compatível em Linux.<span id="more-271"></span></p>
<p><span id="more-3415"> </span></p>
<p>Apesar do <strong>MonoDevelop</strong> ter sido desenhado para suportar o C#, a verdade é que ele já suporta uma grande gama de ferramentas .NET (<em>dotNet</em>), nomeadamente <em>ASP.NET</em>, <em>Visual Basic</em> e <em>C++</em>. Para além disso, vem com opções extremamente importantes para programadores de Linux, por exemplo, ferramentas para criar os pacotes de instalação (tanto para <em>Linux</em> como para <em>Windows</em>), suporte para variadíssimas bibliotecas e ainda algo muito importante que se utiliza no mundo Linux: sistema de traduções. Este último permite de uma maneira muito simples fazer com que a sua aplicação tenha suporte para várias línguas.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-273" title="1_translations_packages_monodevelop_ubuntuMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/1_translations_packages_monodevelop_ubuntuMINI-300x62.jpg" alt="1_translations_packages_monodevelop_ubuntuMINI" width="300" height="62" />Para além de todas estas características importantes, o <strong>MonoDevelop</strong> ainda traz muitas outras funcionalidades que qualquer bom IDE deve incluir! Tem o sistema clássico de auto-completar, listagem dos vários métodos possíveis, bem como as variáveis disponíveis, para cada objecto, organização do código em pastas (código fonte separado dos ficheiros compilados), <em>templates</em> para realizar a codificação em tempos recorde e ainda permite modificar praticamente todo o <em>layout</em> (visual) da janela.<img class="aligncenter size-medium wp-image-274" title="2_monodevelop_programming_auto-complete_ubuntuMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/2_monodevelop_programming_auto-complete_ubuntuMINI-300x62.jpg" alt="2_monodevelop_programming_auto-complete_ubuntuMINI" width="300" height="62" /></p>
<p>O <strong>MonoDevelop </strong>traz, também, um sistema de <em>Debugging</em>, para conseguir controlar possíveis  erros, <em>makefiles</em> prontos a funcionar (basta dizer ao <strong>MonoDevelop</strong> quais as bibliotecas a utilizar, através da adição de vistos, e o programa compila automaticamente), sistema de design que permite desenhar as janelas em GTK# e ainda, obviamente, traz um sistema de controlo de versões.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-275" title="3_design_monodevelop_on_ubuntuMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/3_design_monodevelop_on_ubuntuMINI-300x62.jpg" alt="3_design_monodevelop_on_ubuntuMINI" width="300" height="62" />Algo extremamente importante que o <strong>MonoDevelop</strong> também tem é o facto de permitir a inclusão de <em>Add-ins</em> (extensões) que permite, através da comunidade adepta do <strong>MonoDevelop</strong>, ter funcionalidades extra que lhe poderão simplificar a vida!<img class="aligncenter size-medium wp-image-276" title="4_addins_monodevelop_cSharp_on_ubuntuMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/4_addins_monodevelop_cSharp_on_ubuntuMINI-300x62.jpg" alt="4_addins_monodevelop_cSharp_on_ubuntuMINI" width="300" height="62" /></p>
<h2>Instalação</h2>
<p>A instalação desta aplicação é simplicíssima como qualquer aplicação do Ubuntu que esteja incluída nos repositórios oficiais do Ubuntu. Ou seja, <a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop">para instalar o MonoDevelop, apenas precisa de clicar aqui</a>. Caso prefira pelo terminal, basta escrever o seguinte:</p>
<div class="terminal">s<code>udo aptitude install monodevelop</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>No caso de ter problemas, que em princípio não terá, pelo menos nas versões mais actuais do Ubuntu, experimente escrever o comando seguinte no terminal:</p>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install mono-gmcs mono-gac monodevelop monodoc</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Instalação de pacotes extra</h2>
<p>Como referi anteriormente, o <strong>MonoDevelop</strong> é um IDE muito completo e, para ter alguns dos extras precisa de instalar à parte. De seguida listo alguns desses pacotes (clique no link para os instalar):</p>
<ul>
<li><a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop-java">monodevelop-java</a>: Pacote que permite programar em Java no <strong>MonoDevelop</strong>;</li>
</ul>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodevelop-java</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<ul>
<li><a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop-vala">monodevelop-vala</a>: Pacote que permite programar em Vala no <strong>MonoDevelop</strong>;</li>
</ul>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodevelop-vala</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<ul>
<li><a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop-nunit">monodevelop-nunit</a>: Pacote para ter suporte ao NUnit;</li>
</ul>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodevelop-nunit</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<ul>
<li><a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop-versioncontrol">monodevelop-versioncontrol</a>: Pacote necessário para poder utilizar o SVN;</li>
</ul>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodevelop-versioncontrol</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<ul>
<li><a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop-database">monodevelop-database</a>: Pacote que acrescenta funcionalidades para bases de dados;</li>
</ul>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodevelop-database</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<ul>
<li><a title="Instalar via APTurl" href="apt:monodevelop-debugger-mdb">monodevelop-debugger-mdb</a>: Pacote necessário para poder ter acesso ao Debugger do Mono;</li>
</ul>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodevelop-debugger-mdb</code></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h2>Dica Extra</h2>
<p>Para finalizar o artigo, gostaria de partilhar uma informação que eu apenas soube algum tempo depois de utilizar o <strong>MonoDevelop</strong>: juntamente com o IDE vem uma aplicação chamada <strong>MonoDoc</strong>, que permite visualizar muitíssima informação relativa às várias linguagens que ele suporta e, o mais importante, inclui API’s de muitas bibliotecas que se utiliza para programar e que poderão ser difíceis de encontrar com aquela organização espectacular, exemplo disso é a biblioteca Cairo.</p>
<p>A aplicação encontra-se em Aplicações→Programação→MonoDoc. Caso não a tenha instalada, <a title="Instalar através do APTurl" href="apt:monodoc">clique aqui</a> para instalar ou abra o terminal e escreva o seguinte:</p>
<div class="terminal"><code>sudo apt-get install monodoc</code></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 435px; width: 1px; height: 1px;">Apesar de toda a crítica e medo relativa ao C# (<em>C sharp</em>) no mundo <em>Open-source</em>, a verdade é que esta linguagem de programação é muita boa e simples. Nesse sentido, neste artigo, apresento uma ferramenta indispensável para o desenvolvimento de aplicações em C#: o <strong>MonoDevelop</strong>, que é um IDE muito bom que permite fazer grande parte das acções possíveis no muito conhecido <em>Visual Studio</em> da <em>Microsoft</em>. É por isso, uma excelente alternativa, visto ser <em>Open-Source </em>e visto que o <em>Visual Studio</em> não é compatível em Linux.<span id="more-3415"> </span></p>
<p>Apesar do <strong>MonoDevelop</strong> ter sido desenhado para suportar o C#, a verdade é que ele já suporta uma grande gama de ferramentas .NET (<em>dotNet</em>), nomeadamente <em>ASP.NET</em>, <em>Visual Basic</em> e <em>C++</em>. Para além disso, vem com opções extremamente importantes para programadores de Linux, por exemplo, ferramentas para criar os pacotes de instalação (tanto para <em>Linux</em> como para <em>Windows</em>), suporte para variadíssimas bibliotecas e ainda algo muito importante que se utiliza no mundo Linux: sistema de traduções. Este último permite de uma maneira muito simples fazer com que a sua aplicação tenha suporte para várias línguas.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando seu avatar personalizado no Ubuntu</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/criando-seu-avatar-personalizado-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/criando-seu-avatar-personalizado-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[MeMaker é programa muito simples que permite criar avatars de uma forma muito fácil e intuitiva. O número de possibilidades é muito grande por isso poderá criar o seu avatar mais pessoal possível. Caso precise de actualizar o seu avatar actual aconselho vivamente a experimentar esta pequena aplicação!

O que são Avatars?
Um avatar é uma representação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-263" title="logo_meMaker" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/logo_meMaker.jpg" alt="logo_meMaker" width="82" height="95" />MeMaker é programa muito simples que permite criar <em>avatars</em> de uma forma muito fácil e intuitiva. O número de possibilidades é muito grande por isso poderá criar o seu <em>avatar</em> mais pessoal possível. Caso precise de actualizar o seu <em>avatar</em> actual aconselho vivamente a experimentar esta pequena aplicação!<br />
<span id="more-264"></span></p>
<h3>O que são <em>Avatars</em>?</h3>
<p>Um <em>avatar</em> é uma representação digital de um utilizador. É comum utilizar-se na <em>Internet</em> um <em>avatar</em> como forma de identificação, para se ser reconhecido digitalmente sem se perder a privacidade. É por isso algo importante para um utilizador que goste de navegar na Internet sem ser reconhecido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-265 aligncenter" title="1_Memaker_freestyleMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/1_Memaker_freestyleMINI-300x62.jpg" alt="1_Memaker_freestyleMINI" width="300" height="62" /></p>
<p>Um <em>avatar</em> pode ser por isso qualquer imagem, no entanto, neste caso em concreto, o MeMaker apenas permite fazer avatars vectoriais, maioritariamente sob forma de caras humanas. O que é já algo bastante interessante e normal de se fazer.</p>
<p>Apesar de o MeMaker permitir fazer variadíssimos <em>avatares</em>, na minha opinião, ele ainda pode e deve melhorar bastante em dois aspectos extremamente importantes: permitir mover cada objecto e haver uma ainda maior variedade de objectos (quando me refiro a objectos, refiro-me a todos os aspectos dos <em>avatars</em>, olhos, orelhas, cabelo, óculos, barba…).</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-266" title="alien-memaker-ubuntuMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/alien-memaker-ubuntuMINI-300x62.jpg" alt="alien-memaker-ubuntuMINI" width="300" height="62" /></p>
<p>Por fim, esta aplicação permite exportar o resulto final para vários formatos: SVG, BMP e PNG. Para além disso, ainda permite definir o <em>avatar</em> que criou como imagem pessoal do seu Ubuntu ou mesmo fazer <em>upload</em> para o Launchpad.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-267" title="2_memaker_ubuntu_eyesMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/2_memaker_ubuntu_eyesMINI-300x62.jpg" alt="2_memaker_ubuntu_eyesMINI" width="300" height="62" /></p>
<h2>Instalação</h2>
<p>Esta aplicação já esta nos repositórios oficiais do Ubuntu por isso a sua instalação é extremamente simples, basta <a title="Instalar através do APTurl" href="apt:memaker">clicar aqui</a> ou então abrir o terminal e escrever o seguinte:</p>
<p><code>sudo aptitude install memaker</code></p>
<p>No caso de a aplicação não abrir, tente abri-la pelo terminal, escrevendo o seguinte:</p>
<p><code>memaker</code></p>
<p>Pronto!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Convertendo .nrg para .iso no Ubuntu</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/converter-nrg-para-iso-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/converter-nrg-para-iso-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[turoriais de instalação]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu 9.10]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se você deseja converter um arquivo .nrg(Nero) em um arquivo ISO você pode usar a ferramenta nrg2iso para fazê-lo. O nrg2iso é um programa que extrai dados ISO9660 do Nero &#8220;. nrg&#8221;  de arquivos de imagem.
Instale nrg2iso no Ubuntu
sudo apt-get install nrg2iso
Usando nrg2iso
Uso
nrg nrg2iso [-file] [iso-file]
Exemplo
image.iso image.nrg nrg2iso
Agora você pode gravar o seu iso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-261" title="NRG2ISO+Free" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/NRG2ISO+Free.jpg" alt="NRG2ISO+Free" width="100" height="65" /></p>
<p><span id="result_box"><span style="background-color: #ffffff;" title="If you want to convert .nrg file to .iso file you can use nrg2iso tool to create this." onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">Se você deseja converter um arquivo .nrg(Nero) em um arquivo ISO você pode usar a ferramenta nrg2iso para fazê-lo. </span><span style="background-color: #ffffff;" title="nrg2iso is a program that extracts ISO9660 data from Nero “.nrg” CD-ROM image files." onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">O nrg2iso é um programa que extrai dados ISO9660 do Nero &#8220;. nrg&#8221;  de arquivos de imagem.</span></span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;" title="Install nrg2iso in Ubuntu" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">Instale nrg2iso no Ubuntu</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;" title="sudo apt-get install nrg2iso" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'"><code>sudo apt-get install nrg2iso</code></span></p>
<p><span title="Using nrg2iso" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">Usando nrg2iso</span></p>
<p><span title="Usage" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">Uso</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;" title="nrg2iso [nrg-file] [iso-file]" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">nrg nrg2iso [-file] [iso-file]</span></p>
<p><span title="Example" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">Exemplo</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;" title="nrg2iso image.nrg image.iso" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">image.iso image.nrg nrg2iso</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;" title="Now you can burn your iso with your preferred linux burning app." onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'">Agora você pode gravar o seu iso com seu aplicativo preferido no linux.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/converter-nrg-para-iso-no-ubuntu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Virtual Hosting com PureFTPd e MySQL (Incluindo gerenciamento de quota e largura de banda) no Ubuntu 9.04</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/virtual-hosting-com-pureftpd-e-mysql-incluindo-gerenciamento-de-quota-e-largura-de-banda-no-ubuntu-9-04/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/virtual-hosting-com-pureftpd-e-mysql-incluindo-gerenciamento-de-quota-e-largura-de-banda-no-ubuntu-9-04/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[ftp]]></category>
		<category><![CDATA[mysql]]></category>
		<category><![CDATA[pure ftpd]]></category>
		<category><![CDATA[servidor ftp]]></category>
		<category><![CDATA[virtual]]></category>
		<category><![CDATA[virtual hosting]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este post descreve como instalar um servidor PureFTPd que usa usuários virtuais de um banco de dados MySQL, em vez de os usuários do sistema real. Isso é muito mais flexível e permite ter milhares de usuários FTP em uma única máquina. Além de que eu te mostrarei o uso de quotas e de upload [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-243" title="mysql+pureftpd" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/mysql+pureftpd-300x150.jpg" alt="mysql+pureftpd" width="300" height="150" /></p>
<p style="text-align: justify;">Este post descreve como instalar um servidor PureFTPd que usa usuários virtuais de um banco de dados MySQL, em vez de os usuários do sistema real. Isso é muito mais flexível e permite ter milhares de usuários FTP em uma única máquina. Além de que eu te mostrarei o uso de quotas e de upload / download limites de largura de banda com esta configuração. As senhas serão armazenadas e encriptadas como MD5 no banco de dados.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-204"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ao que interessa:</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro devemos instalar o MySQL e o phpMyAdmin, isso pode ser feito com apenas um comando:</p>
<p style="text-align: justify;"><code>sudo aptitude install mysql-server mysql-client phpmyadmin apache2</code></p>
<p>Serão feitas as seguintes perguntas:</p>
<p><span>New password for the MySQL &#8220;root&#8221; user:</span> <span>&lt;&#8211; suasenha de root</span><br />
<span>Repeat password for the MySQL &#8220;root&#8221; user:</span> <span>&lt;&#8211; </span><span>suasenha de root</span><br />
<span>Web server to reconfigure automatically:</span> <span>&lt;&#8211; apache2</span><br />
<span>Configure database for phpmyadmin with dbconfig-common?</span> <span>&lt;&#8211; No</span></p>
<p>Instale PureFTPd com suporte ao MySQL :</p>
<p><code>aptitude install pure-ftpd-mysql</code></p>
<p>Então vamos criar um grupo ftp (<span>ftpgroup</span>) e usuário (<span>ftpgroup</span>) que todos os nossos usuários virtuais serão mapeados para eles. Substituir o grupo e userid 2001 com um número que é livre no seu sistema:</p>
<p><code>groupadd -g 2001 ftpgroup<br />
useradd -u 2001 -s /bin/false -d /bin/null -c "pureftpd user" -g ftpgroup ftpuser</code></p>
<p>Agora nós criamos um banco de dados chamado pureftpd e um usuário MySQL chamado pureftpd no qual o PureFTPd irá usar mais tarde para se conectar ao banco de dados pureftpd:</p>
<p><code>mysql -u root -p</code></p>
<p><code>CREATE DATABASE pureftpd;<br />
GRANT SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE, CREATE, DROP ON pureftpd.* TO 'pureftpd'@'localhost' IDENTIFIED BY 'ftpdpass';<br />
GRANT SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE, CREATE, DROP ON pureftpd.* TO 'pureftpd'@'localhost.localdomain' IDENTIFIED BY 'ftpdpass';<br />
FLUSH PRIVILEGES;</code></p>
<p>Substitua a seqüência ftpdpass com qualquer senha que você deseja usar para o usuário do MySQL pureftpd. Ainda sobre o shell do MySQL, criamos a tabela de banco de dados que precisamos (sim, existe apenas uma tabela!):<br />
<code><br />
</code><code>USE pureftpd;</code></p>
<p><code>CREATE TABLE ftpd (<br />
User varchar(16) NOT NULL default '',<br />
status enum('0','1') NOT NULL default '0',<br />
Password varchar(64) NOT NULL default '',<br />
Uid varchar(11) NOT NULL default '-1',<br />
Gid varchar(11) NOT NULL default '-1',<br />
Dir varchar(128) NOT NULL default '',<br />
ULBandwidth smallint(5) NOT NULL default '0',<br />
DLBandwidth smallint(5) NOT NULL default '0',<br />
comment tinytext NOT NULL,<br />
ipaccess varchar(15) NOT NULL default '*',<br />
QuotaSize smallint(5) NOT NULL default '0',<br />
QuotaFiles int(11) NOT NULL default 0,<br />
PRIMARY KEY (User),<br />
UNIQUE KEY User (User)<br />
) TYPE=MyISAM;</code></p>
<p><code>quit;</code></p>
<p>você pode acessar phpMyAdmin sob http://localhost/phpmyadmin/ (você também pode usar o endereço IP em vez de localhost) em um navegador e faça login como o usuário pureftpd. Então você pode visualizar o banco de dados. Mais tarde você pode usar o phpMyAdmin para administrar seu servidor PureFTPd.</p>
<h2><strong>Configurando o PureFtpd</strong></h2>
<p>Edite /etc/pure-ftpd/db/mysql.conf. Deve fazer assim:</p>
<p><code>cp /etc/pure-ftpd/db/mysql.conf /etc/pure-ftpd/db/mysql.conf_orig<br />
cat /dev/null &gt; /etc/pure-ftpd/db/mysql.conf<br />
vi /etc/pure-ftpd/db/mysql.conf</code></p>
<pre><code>MYSQLSocket      /var/run/mysqld/mysqld.sock
#MYSQLServer     localhost
#MYSQLPort       3306
MYSQLUser       pureftpd
MYSQLPassword   ftpdpass
MYSQLDatabase   pureftpd
#MYSQLCrypt md5, cleartext, crypt() or password() - md5 is VERY RECOMMENDABLE uppon cleartext
MYSQLCrypt      md5
MYSQLGetPW      SELECT Password FROM ftpd WHERE User="\L" AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MYSQLGetUID     SELECT Uid FROM ftpd WHERE User="\L" AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MYSQLGetGID     SELECT Gid FROM ftpd WHERE User="\L"AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MYSQLGetDir     SELECT Dir FROM ftpd WHERE User="\L"AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MySQLGetBandwidthUL SELECT ULBandwidth FROM ftpd WHERE User="\L"AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MySQLGetBandwidthDL SELECT DLBandwidth FROM ftpd WHERE User="\L"AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MySQLGetQTASZ   SELECT QuotaSize FROM ftpd WHERE User="\L"AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")
MySQLGetQTAFS   SELECT QuotaFiles FROM ftpd WHERE User="\L"AND status="1" AND (ipaccess = "*" OR ipaccess LIKE "\R")

</code></pre>
<div id="result_box" dir="ltr">Certifique-se de substituir o string ftpdpass com a senha real para o usuário do MySQL pureftpd MYSQLPassword na linha! Por favor note que nós usamos md5 MYSQLCrypt como método, o que significa que irá armazenar as senhas dos usuários como uma string MD5 no banco de dados que é muito mais seguro do que usar senhas em texto simples!</div>
<div dir="ltr">
<div id="result_box" dir="ltr">Em seguida, crie o arquivo /etc/pure-ftpd/conf/ChrootEveryone que simplesmente contém a seqüência yes:</div>
<p><code>echo "yes" &gt; /etc/pure-ftpd/conf/ChrootEveryone</code></p>
<p>Isso fará com que PureFTPd mantenha cada usuário virtual em seu diretório pessoal para que ele não será capaz de percorrer os diretórios e arquivos fora do seu diretório home.</p>
<p>Também criar o arquivo /etc /pure-ftpd/conf/ CreateHomeDir que novamente simplesmente contém a seqüência yes:</p>
<p><code>echo "yes" &gt; /etc/pure-ftpd/conf/CreateHomeDir</code></p>
<div id="result_box" dir="ltr">Isso fará com que PureFTPd crie um diretório home do usuário quando o usuário fizer login no diretório home e ainda não existir.</p>
<p>Finalmente criar o arquivo /etc/pure-ftpd/conf/DontResolve que novamente simplesmente contém a seqüência yes:</p></div>
<div dir="ltr"><code>echo "yes" &gt; /etc/pure-ftpd/conf/DontResolve</code></div>
<div dir="ltr">Isto fará com que PureFTPd não olhe os nomes de host que pode acelerar significativamente as ligações e reduzir o uso da largura de banda.</p>
<p>Depois, reinicie o PureFTPd:</p></div>
<div dir="ltr"><code>/etc/init.d/pure-ftpd-mysql restart</code></div>
<div dir="ltr"><strong>Preencha o banco e Teste:</strong></p>
<p><strong>Para preencher os dados você pode usar o shell do MySQL:</strong></div>
<div dir="ltr">
<p><code>mysql -u root -p</code></p>
<p><code>USE pureftpd;</code></p>
<p>Agora vamos criar o usuário <span>exampleuser</span> com o status  1 (o que significa que sua conta ftp está ativa), a senha secreta (que será armazenada criptografada usando função MD5 do MySQL), o UID e GID 2001 (use o userid e groupid do usuário/grupo criado no início), o diretório home /home/exemplo, uma banda de upload e download de 100 KB / s, e uma quota de 50 MB:</p>
<p>I<code>NSERT INTO `ftpd` (`User`, `status`, `Password`, `Uid`, `Gid`, `Dir`, `ULBandwidth`, `DLBandwidth`, `comment`, `ipaccess`, `QuotaSize`, `QuotaFiles`) VALUES ('exampleuser', '1', MD5('secret'), '2001', '2001', '/home/www.example.com', '100', '100', '', '*', '50', '0');</code></p>
<p><code>quit;</code></p>
<p>Agora abra seu programa cliente de FTP em sua estação de trabalho (algo como FileZilla, WS_FTP, SmartFTP ou gFTP) e tente conectar. Como hostname você usa localhost (ou o endereço IP do sistema), o usuário é <span>exampleuser</span>, e a senha é secreta.</p>
<p>Se você é capaz de se conectar &#8211; parabéns! Se não, alguma coisa deu errado.</p>
<p>Referências: http://www.howtoforge.com/virtual-hosting-with-pureftpd-and-mysql-incl-quota-and-bandwidth-management-on-ubuntu-9.04-p2</p></div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Instalando drivers Nvidia no Ubuntu 9.10</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/instalando-drivers-nvidia-no-ubuntu-9-10/</link>
		<comments>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/11/instalando-drivers-nvidia-no-ubuntu-9-10/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 14:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[nvidia]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu 9.10]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bem pessoal com essa novo versão do Ubuntu, acredito que a grande maioria tenha tido problemas com suas placas de vídeo e de wireless já que a mesma não traz nos seus módulos drivers restritos. Mas isso não é problema, a Nvidia disponibiliza em seu site os drivers atualizados para distribuições Linux e Unix. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-131" title="nvidia_logo" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/nvidia_logo-300x225.jpg" alt="nvidia_logo" width="300" height="225" /></p>
<p>Bem pessoal com essa novo versão do Ubuntu, acredito que a grande maioria tenha tido problemas com suas placas de vídeo e de wireless já que a mesma não traz nos seus módulos drivers restritos. Mas isso não é problema, a Nvidia disponibiliza em seu site os drivers atualizados para distribuições Linux e Unix. Com isso fica muito fácil resolver esse problema e ativar o compiz na sa máquina e disfutrar dos maravilhosos efeitos que a interface do sistema nos traz. Vou mostrar o passo-a-passo:</p>
<p><span id="more-239"></span>1º Vamos fazer download do driver no através do link:</p>
<p><a href="sudo wget http://www.nvidia.com/object/linux_display_ia32_190.42.html">Download</a></p>
<p>2º Feito isso você vai ter no seu computador um arquivo nomeado mais ou menos assim &#8220;NVIDIA-Linux-x86-190.42-pkg1.run&#8221;</p>
<p>3º Agora precisamos reiniciar a máquina e entrar pelo &#8220;recovery mode&#8221; e quando terminar o recovery mode entrar para &#8220;root prompt shell&#8221;</p>
<p>4º No promt você ira entrar no diretório onde você salvou o arquivo *.run, atavés do conhecido comando &#8220;cd&#8221;</p>
<p>5º Feito isso você só precisa executar o arquivo:</p>
<p><code>./NVIDIA-Linux-x86-190.42-pkg1.run</code><br />
E seguir as instruções da instalação, terminada a instalação é só você executar o gdm, ou então dar reboot.</p>
<p>Vlw galera! Até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando Ubuntu 9.10 a partir de um Pen Drive</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/10/instalando-ubuntu-9-10-a-partir-de-um-pen-drive/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu 9.10]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bem pessoal, como todos sabem foi liberada ontem a nova versão do Ubuntu, aacredito que maioria dos meus colegas já tenham baixado e instalado. Eu também fiz o mesmo, mas acredito que de uma maneira diferente e mais econômica.
Pra não ter que gastar um CD eu instalei o Ubuntu 9.10 do meu Pen Drive. Querem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-224" title="PEN_USB_installed_ubuntu" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/PEN_USB_installed_ubuntu.jpg" alt="PEN_USB_installed_ubuntu" width="200" height="97" /></p>
<p style="text-align: justify;">Bem pessoal, como todos sabem foi liberada ontem a nova versão do Ubuntu, aacredito que maioria dos meus colegas já tenham baixado e instalado. Eu também fiz o mesmo, mas acredito que de uma maneira diferente e mais econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra não ter que gastar um CD eu instalei o Ubuntu 9.10 do meu Pen Drive. Querem saber como fiz isso? Continuem lendo esse post.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-223"></span>Utilizar um <em>pen</em> para instalar o Ubuntu é uma ideia cheia de benefícios: para além da instalação ser muito mais rápida, não estraga um CD, poupando dinheiro e ajudando o ambiente! Como não existe uma maneira simples de tornar um <em>pen</em> num dispositivo inicializável, tal como acontece com os CDs, estou apresentando essa solução que permite tornar a <em>seu pendrive</em> USB num dispositivo bootável capaz de instalar o Ubuntu no seu computador e no dos seus amigos!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3411"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-225" title="00_instalacao_completa_pen_usb_ubuntu_karmic_koalaMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/00_instalacao_completa_pen_usb_ubuntu_karmic_koalaMINI-300x62.jpg" alt="00_instalacao_completa_pen_usb_ubuntu_karmic_koalaMINI" width="300" height="37" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para além desta nota, também é necessário avisar que este processo pode não funcionar no seu computador. Existe casos em que mesmo configurando a BIOS do computador para arrancar por dispositivos de armazenamento por USB, este não arranca. Nesses casos o melhor é gravar o Ubuntu num CD e arrancar pelo CD-Rom que certamente funcionará!</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro requisito necessário para este procedimento é ter o <em>pen</em> com sistema de ficheiro <strong>fat32</strong>. Só através deste sistema de ficheiros é que é possível criar uma <em>pen</em> de arranque. Para além disso, convém, também, que a <em>pen</em> esteja vazia, para evitar eventuais problemas com ficheiros que lá estejam.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-226" title="a0_tipo_ficheiros_pen-usbMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/a0_tipo_ficheiros_pen-usbMINI-300x62.jpg" alt="a0_tipo_ficheiros_pen-usbMINI" width="300" height="62" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como é óbvio, se precisa de pôr o instalador do Ubuntu numa pen, precisa de fazer download do próprio instalador. Ora, estes procedimentos tem um funcionamento muito simples que se resume a passar a imagem do CD do Ubuntu para a pen, transformando-a num disco inicializavel. Deste modo, precisa de fazer download do arquivo .<em>iso </em>(imagem do CD do Ubuntu), que pode ser encontrado nesta página (página oficial do Ubuntu com a última versão estável):</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><a title="Download Ubuntu" rel="nofollow" href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/download" target="_blank">http://www.ubuntu.com/getubuntu/download</a></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-227" title="a1_download_ubuntu_ficheiro_isoMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/a1_download_ubuntu_ficheiro_isoMINI-300x62.jpg" alt="a1_download_ubuntu_ficheiro_isoMINI" width="300" height="62" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para utilizar este método de instalação, precisa de avisar o seu computador que é necessário inicializar o sistema pelo pendrive USB. No caso do seu computador ser muito antigo é possível que não tenha a opção de arrancar por dispositivos USB.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10) que existe uma aplicação que vem instalada por padrão que permite criar <em>pens</em> que arrancam com o Ubuntu. Por isso, se tem esse Ubuntu ou um mais actual, poderá transformar a sua pen num instalador do Ubuntu sem ter de instalar nenhum programa adicional. Para tal basta abrir o “Criador de disco de USB Inicializável” que se encontra em <span style="font-size: x-small;"><strong>Sistema→Administração→Criador de disco USB inicizliźavel</strong></span>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-228" title="b1_menu_principal_criador_de_discos_de_arranque_USBMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/b1_menu_principal_criador_de_discos_de_arranque_USBMINI-300x62.jpg" alt="b1_menu_principal_criador_de_discos_de_arranque_USBMINI" width="300" height="62" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ter aplicação aberta, clique no botão “Outro…” e, na nova janela, procure e seleccione a imagem do ubuntu (ficheiro .<em>iso</em>) que fez <em>download</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-229" title="c2_a_seleccionar_ficheiro_iso_para_pen_USBMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/c2_a_seleccionar_ficheiro_iso_para_pen_USBMINI-300x62.jpg" alt="c2_a_seleccionar_ficheiro_iso_para_pen_USBMINI" width="300" height="62" /></p>
<p style="text-align: justify;">De seguida seleccione a pen a transformar num disco bootável.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-230" title="c3_seleccionar_pen_USB_para_arranque_do_UbuntuMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/c3_seleccionar_pen_USB_para_arranque_do_UbuntuMINI-300x62.jpg" alt="c3_seleccionar_pen_USB_para_arranque_do_UbuntuMINI" width="300" height="62" /></p>
<p style="text-align: justify;">Clique no botão “Criar disco inicializável” e espere até o processo terminar. Depois basta reiniciar o computador e ele, automaticamente, irá iniciar pela <em>pen USB</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-231" title="c4_Criar_Disco_De_ArranqueMINI" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/c4_Criar_Disco_De_ArranqueMINI-300x62.jpg" alt="c4_Criar_Disco_De_ArranqueMINI" width="300" height="62" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pronto!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 39px; width: 1px; height: 1px; text-align: justify;">Utilizar uma <em>pen</em> para instalar o Ubuntu é uma ideia cheia de benefícios: para além da instalação ser muito mais rápida, não estraga um CD, poupando dinheiro e ajudando o ambiente! Como não existe uma maneira simples de tornar uma <em>pen</em> num dispositivo de arranque, tal como acontece com os CDs, neste artigo apresento várias soluções que permitem tornar a sua <em>pen</em> USB num dispositivo de arranque capaz de instalar o Ubuntu no seu computador e no dos seus amigos!<span id="more-3411"> </span></p>
<p>Existe várias maneiras de transformar uma <em>pen</em> num instalador de Ubuntu. Por isso, explicarei algumas delas e o utilizador deverá escolher a que mais lhe convém. O meu conselho é utilizar o programa <strong>UNetbootin</strong> pelas excelentes recomendações que recebe por todo mundo e por ser um programa que funciona tanto em Windows como em Ubuntu.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>4ª Feira de Extensão amanhã na UEPB</title>
		<link>http://hugobarros.com.br/index.php/2009/10/4%c2%aa-feira-de-extensao-amanha-na-uepb/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Acontecerá amanhã (29), a partir das 8h, no estacionamento das Pró-reitorias, localizado no campus de Bodocongó, da Universidade Estadual da Paraíba, a Feira de Extensão. O evento está inserido no vasto número de atividades propostas pela 4ª Semana de Extensão, que oferta a comunidade acadêmica e aos demais interessados, desde a última segunda-feira, mesas redondas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-215" title="4semextens" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/4semextens1-300x224.jpg" alt="4semextens" width="300" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: trebuchet ms,geneva;">Acontecerá amanhã (29), a partir das 8h, no estacionamento das Pró-reitorias, localizado no campus de Bodocongó, da Universidade Estadual da Paraíba, a Feira de Extensão. O evento está inserido no vasto número de atividades propostas pela 4ª Semana de Extensão, que oferta a comunidade acadêmica e aos demais interessados, desde a última segunda-feira, mesas redondas, palestras, comunicações orais, oficinas e painéis. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: trebuchet ms,geneva;"><span id="more-216"></span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: trebuchet ms,geneva;">Pois é pessoal o tempo passa rápido há um ano estávamos participando do mesmo evento, porém com apenas uma idéia inicial do que seria o nosso projeto de extensão, hoje temos um produto final chamado MaPB. Muitas coisas aconteceram durante esse ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: trebuchet ms,geneva;">Estarei lá amanhã fazendo a exposição do meu painel que detalha o projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
Até lá.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Instalando e compilando com OpenGL no Ubuntu 9.04</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[C]]></category>
		<category><![CDATA[OpenGL]]></category>

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Eu e um grupo de colegas estamos pesquisando sobre o desenvolvimento de aplicações ultilizando uma das bibliotecas gráficas mais conhecidas no mundo de TI e de software livre, que é a OpenGL. Por padrão o módulo de desenvolvimento não vem instalado no Ubuntu.
Então agora vou passar os seguintes comandos a serem executados no terminal para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-211" title="opengl" src="http://hugobarros.com.br/wp-content/uploads/opengl.jpg" alt="opengl" width="220" height="200" /></p>
<p>Eu e um grupo de colegas estamos pesquisando sobre o desenvolvimento de aplicações ultilizando uma das bibliotecas gráficas mais conhecidas no mundo de TI e de software livre, que é a OpenGL. Por padrão o módulo de desenvolvimento não vem instalado no Ubuntu.</p>
<p><span id="more-210"></span>Então agora vou passar os seguintes comandos a serem executados no terminal para que possam instalar e compilar programas em C ultilizando a biblioteca.</p>
<p>Para baixar a biblioteca:</p>
<p><code>sudo apt-get install lglut</code></p>
<p>Para compilar programas em C:</p>
<p><code>gcc programa.c -o programa -lglut</code></p>
<p>Vale salientar que é necessário fazer os &#8220;includes&#8221; da bilioteca para que os comandos sejam reconhecidos.</p>
<blockquote><p><code>#include &lt;GL/gl.h&gt;<br />
#include &lt;GL/glu.h&gt;<br />
#include &lt;GL/glut.h&gt;</code></p></blockquote>
<p>Muitos tutoriais estão distribuídos pela internet, começem pelo google que encontrarão muito sobre o assunto.</p>
<p>Boa sorte a todos!</p>
]]></content:encoded>
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